quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

Passagem de Ano


Sempre dei importância à passagem de ano. É uma altura em que faço o balanço do ano que está prestes a terminar e penso no que levo comigo e quero para mim no ano que se inicia.
É apenas mais uma noite do ano, eu sei. Mas se medimos a nossa vida em anos, porque não dar-lhes significado? Mesmo aqueles que são para esquecer!
Esta passagem do ano acho que é a primeira em que tenho apenas um só desejo: que 2015 me traga a serenidade e a sabedoria para continuar o meu processo.
Porquê?
Porque 2012 foi um ano de luta com uma grande alegria. 2013 um ano que começou cheio de esperança, mas 13 dias depois desferiu-me um golpe duro, seguido de um tsunami de perdas e notícias difíceis de lidar. Faz hoje um ano as esperanças que 2014 fosse um ano de mudança eram imensas. E foi um ano de mudança. Mudança interior.  Chego ao fim de 2014 com a certeza de que este ano me agarrei aquilo que eu via como uma bóia de salvação para as tristezas de antes, e a verdade, é que estava agarrada aos destroços do tsunami que foi 2013. Não foi mau, nada disso. Foi um despertar. Um ganhar de consciência interior, de identificar e valorizar muita coisa e aprender a desvalorizar outras tantas. Chego ao fim de 2104 a saber fazer melhor a triagem do que quero que me afecte e com as águas serenas e os destroços identificados, vou chegar a 2015 com a mesma Fé de sempre em acreditar que as coisas boas acontecem e o que o melhor guia para a vida se chama coração.
Demos asas à fé, aos sonhos e entremos em 2015 a Acreditar que tudo é possivel.
A todos os que fazem parte da minha vida, mais perto ou mais longe: FELIZ 2015.

 
 

Um filme com uma história triste não tem de ser necessáriamente triste

"The fault in our stars" é isso mesmo. Um romance vivido sob o véu negro de uma doença, mas que nos enternece, nos aquece o coração e nos faz pensar na simplicidade da vida e no quanto não a podemos desperdiçar.
Tornou-se num dos meus filmes de eleição.


segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

Hábitos de Princesa

J.: Ó mãe porque é que as princesas nunca dão arrotos?
Eu: Tu dás arrotos todos os dias?
J.: Não. Mas nunca vi nenhuma dar um.
Eu à toa: Porque não calhou!
J.: Oh que pena!
Se alguma Princesa me estiver a ouvir faça o favor de dar um arroto!!!!!! É que os vestidos de baile e os sapatos são fixes, mas há que manter alguma naturalidade. LOL

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

A Magia de Acreditar

O texto de Dezembro para a Up to Lisbon Kids aqui:
http://uptolisbonkids.com/2014/12/18/a-magia-de-acreditar/

Preocupações Natalícias

J.: Mãe, tens de enviar um e-mail ao Pai Natal.
Eu: Porquê?
J.: Para lhe dizeres que na noite de Natal estou em casa do tio João e ele não entregar os meus presentes a outra Joana qualquer.
Eu: O Pai Natal sabe bem onde é que vais estar.
J.: Como é que ele sabe?
Eu: O Pai Natal é mágico. Sabe sempre onde estamos.
J.: Eu gostava de ser como o Pai Natal e saber tudo.
Esta magia de acreditar no Pai Natal, mesmo já com o uso de e-mails, é simplesmente deliciosa.

A nova tendência aos olhos da minha filha

Vamos no carro para a escola e na rádio falam desta nova tendência da moda em não depilar as axilas e colori-las.
J.: Olha, estão a falar daquilo que vocês estavam a falar nos meus anos.
Eu: Pois estão.
J.: Pois eu, não pintava.
Eu: Então? O que é que fazias?
J.: Punha uma tatuagem do bolicao.

Eu: O quê?!!!!
J.: Punha uma tatuagem do bolicao, mãe.
Eu: Mas ficavas ou tiravas os pelos?
J.: Nem pensar! Eu tirava, mas em vez e pintar punha a tatuagem. Ficava mesmo mais giro.
Ri às lágrimas e depois pensei que, estando eu a pensar na minha segunda tatuagem no pulso, vai ser dar-lhe ideias para daqui a 10 anos ela querer começar a pensar fazer o mesmo, sem que eu consiga que sejam só as do bolicao.

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Comunicação social ou Manipulação social?

Quando era mais jovem e sonhava com uma carreira no jornalismo de investigação, um jornalista já experiente ofereceu-me um livro que se intitulava "Comunicação Social - O Quinto Poder".
A verdade é que naquela altura ainda se vivia um outro jornalismo e muitos, como eu, ainda sonhadores, a utopia de um jornalismo isento e recto.
Toda esta história de Sócrates, as visitas e agora o advogado que passou a ser falador, são apenas e só pura manipulação da comunicação social, que na maioria dos casos, parece ter-se esquecido dos primórdios do jornalismo e anda sedenta de qualquer notícia e/ou declaração de alguém, por menos inconsistente ou disparatada que possa ser. Tudo serve para ser noticia.
Sócrates é um preso preventivo como tantos outros.
Se é ex-primeiro ministro então os jornalistas que tentem através das suas fontes saber até que ponto a Justiça tem provas para se fazer justiça.
Dispenso a especulação se o Guterres ou o Pinto da Costa o foram visitar e muito menos a notícia de que o advogado vai interpor a decisão da prisão em não o deixar dar mais entrevistas.
Isto é puro espectáculo para agitar as hostes.Mas do mau!
E a Comunicação Social vai atrás disto para garantir audiências com notícias destas.
Até a mais fraca das séries americanas que retrata a realidade judicial nos E.U.A. tem mais qualidade.
A quem tiver 40m aconselho um episódio da série News Room!

O Lixo da vida

Sim, eu acho que a nossa vida tem lixo, tal como nódoas negras e também daquelas que colocamos na roupa.
As nódoas negras são as mágoas que permanecem.
As nódoas da roupa o que não devíamos ter feito, mas fizemos.
O lixo é o que nos faz ficar tristes, que nos faz pesar a alma.
Tal como nem sempre é fácil fechar o saco da reciclagem, também não é fácil, livrarmos-nos do lixo da nossa vida.
Quantas e quantas vezes nos assalta?
Nos dificulta um sorriso?
Não nos deixa aproveitar um momento?
Tantas e tantas e tantas...
É preciso deixar que o mesmo se vá.
Adoptar a teoria da passagem do camião do lixo e decidirmos-nos a deitar algo fora, nem que seja uma vez por semana.
Ou então ir até à praia, fechar os olhos e ouvir o mar. Imaginar que as ondas, que varrem o lixo da areia, nos lava a alma.
Não façamos de nós um eco-ponto. 
Para fazer da nossa vida uma história limpa é preciso aprendermos a varrer o lixo das nossas vidas.
Sem ele resgatamos sorrisos, sentimo-nos vivos e capazes de seguir em frente.
 (foto by Hélia Gomes)


domingo, 14 de dezembro de 2014

Para todas as mães...

... que perderam filhos.
São mais do que alguma vez poderia ter imaginado, mesmo que estivesse a trabalhar e a escrever uma telenovela.
Há coisas na vida que ultrapassam a ficção, por muito que achemos que não. Mas volta e meia, se estivermos atentos às histórias que nos chegam por amigos, ou via internet, percebemos que a realidade poder ser muito mais dura e inacreditável do que a história que alguém um dia inventou.
O melhor argumentista?
Quem quer que seja que esteja do lado de lá a dar-nos material para escrever a história da nossa vida e escolhermos o tom em que o fazemos.
Há quem lhe chame Deus.
Chamem-lhe o que quiserem.
Hoje comemora-se o Dia Internacional em Memória dos Filhos que partiram. Não foi notícia. As pessoas não querem estas más notícias. Mas esquecem-se que há quem precise de falar da sua má notícia para seguir em frente.
Há pouco tempo a pequena Gui foi notícia e fez pensar na morte de bebés prematuros.
Hoje o dia também foi dos pais dela. E da Mãe Vanessa. E da mãe do Afonso. E da mãe da Bia. E de tantas mães.
Acordemos para esta realidade não com medo do que possa acontecer, mas conscientes do quanto temos que valorizar a vida e do quanto talvez possamos fazer a diferença na vida destas mães, com um simples beijo, no dia de hoje.
Eu mandei beijos a muitas mães que conheço. Foram elas que há um ano me deram a conhecer este dia.
Que todos o conheçamos não por maus motivos, mas porque estamos atentos aos pequenos Mundos, que tal como o Nosso, existem no Mundo.
Há um ano eu escrevi assim:
http://maetonino.blogspot.pt/2013/12/dia-internacional-em-memoria-dos-filhos.html



sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Completamente Toninó

Desde manhã sempre a abrir.
Tratar de coisas de casa, do trabalho, comer a correr, ir a correr para a escola da J. para ajudar na festa de Natal, assistir à festa de Natal, confusão do lanche, arrancar a J. da escola, vir a correr a casa vestir a roupa do ballet, ir a correr para o ensaio geral do ballet, vir do ensaio geral com uma criança cansada e em loop, conseguir fazer que ela coma alguma coisa, que lave os dentes e que se deite e durma porque amanhã antes das 10 da manhã tem de estar vestida e pintada no local da apresentação.
Não me lembro nada da minha infância sim! LOL
Estou Toninó, mas babada por ter visto uma pequena artista orgulhosa e sem medos a cantar, frente a cerca de 100 pessoas, canções com mensagens lindas do Princepezinho, ao som de batidas actuais e de saber pela professora que ela é muito trabalhadora e que apanhou a matéria sem problemas nenhuns, no nosso regresso a Portugal e com um mês de aulas perdido.
Muito Toninó de cansada, mas de coração cheio.
                                     (Foto by Hélia Gomes)

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

Hoje recebi o que precisava de ler!

E hoje a amiga de coração que me fotografou, deu-me lindas palavras escritas por alguém, que tal como ela, veio a este Mundo fazer a diferença.
Foi impossível não chorar.
Este poema tocou cá bem no fundo e em tudo o que ando a sentir.
E juro que ela não sabia de nada!
Ele há coisas fantásticas, não há?


''Tua caminhada ainda não terminou...
A realidade te acolhe
dizendo que pela frente
o horizonte da vida necessita
de tuas palavras
e do teu silêncio.

Se amanhã sentires saudades,
lembra-te da fantasia e
sonha com tua próxima vitória.
Vitória que todas as armas do mundo
jamais conseguirão obter,
porque é uma vitória que surge da paz
e não do ressentimento.

É certo que irás encontrar situações
tempestuosas novamente,
mas haverá de ver sempre
o lado bom da chuva que cai
e não a faceta do raio que destrói.

Tu és jovem.
Atender a quem te chama é belo,
lutar por quem te rejeita
é quase chegar a perfeição.
A juventude precisa de sonhos
e se nutrir de lembranças,
assim como o leito dos rios
precisa da água que rola
e o coração necessita de afeto.

Não faças do amanhã
o sinônimo de nunca,
nem o ontem te seja o mesmo
que nunca mais.
Teus passos ficaram.
Olhes para trás...
mas vá em frente
pois há muitos que precisam
que chegues para poderem seguir-te.''
Charles Chaplin

Vou imprimi-lo e colocá-lo numa moldura para o ler todos os dias em que precisar de alento.

Podemos mudar o Mundo?

Sozinhos e de uma vez só não.
Mas podemos dar passinhos de bebé.
Ter pequenos gestos que podem fazer a diferença.
Hoje é o Dia Internacional dos Direitos Humanos. Já passei pela página da Amnistia Internacional no FB e assinei as petições que são neste momento precisas.
Desafio-vos a fazer o mesmo.
Vivemos num Mundo de julgamentos. Mesmo no dia-a-dia e nas mais pequenas coisas.
Sócrates está preso preventivamente e já foi culpado e condenado em Praça Pública, sem que ainda tenha havido um julgamento. Não o estou a defender! Muito longe disso!
Estou a mostrar que só não temos pedras de verdade nas mãos como na era de Cristo em que se apedrejou Maria Madalena. Hoje fazemo-lo com palavras e actos!
Não deveria ser assim!
Para as causas grandes existe algo que surgiu à medida que a sociedade evoluiu: a Justiça!
É verdade que nem sempre funciona! Mas continuo a acreditar nela.
Chamem-me naif, se quiserem. Mas sou de signo carneiro e quando acredito nas coisas defendo-as.
Há que fazer um exercício se queremos mudar um pouco o nosso Mundo no Mundo: até que ponto somos nós também justos no dia-a-dia?
A regra é a mesma.
A dimensão dos actos e da situação é o que muda.
Quantas e quantas vezes julgamos e somos injustos no nosso dia-a-dia?
Quantas e quantas vezes nos achamos donos da verdade e da razão e nos esquecemo dos direitos (humanos) de cada um em ter/fazer as suas escolhas?
Os direitos humanos são fundamentais e se queremos lutar por eles comecemos pelo nosso dia-a-dia.
Contra mim falo. Mas defendo cada vez mais que esta é uma obrigação humana tal como os direitos humanos que temos.
Vale a pena pensar nisto. E quando não pensarmos, obrigar-nos a lembrar de que temos de pensar.

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

Quase no fim do ano... Uma Nova Imagem

Começo hoje uma nova imagem do blogue, que consegui com a preciosa sensibilidade de uma amiga querida.
Fez na sexta-feira um ano que perdi alguém que me foi especial e que em muitas coisas foi um exemplo. Não me era de sangue, mas não era preciso. O sentido que dava à vida e o modo como a levou até ao seu último suspiro, foi para mim, uma lição e um exemplo. 
Por isso, faço questão de o recordar.
Porque sempre que acuso cansaço obrigo-me a pensar não só neste "avô de coração" como em tantos outros exemplos que tenho tido ao longo da vida.
Hoje passa na SIC o filme UP! Altamente. Quando o vi há uns bons meses com a J., ela disse logo que fazia lembrar o avô-bi. Este senhor além de pai e avô  conseguiu deixar a sua marca como bisavô na minha pequena J., que aos cinco anos soube que ele se transformou numa estrela.
E cada vez mais pertinho dos 35+3, tenho a certeza de que nesta vida o que melhor que temos a fazer é andar com um bloco e ir tirando notas do bom e do mau, do certo e do errado, dos exemplos e das experiências nossas e de todos o que nos rodeiam. 
Isto não é difícil. É apenas um pouco complicado. Mas se estivermos atentos, vemos que o padrão muitas vezes se repete e que a única coisa que temos de mudar é a nossa forma de encarar a situação. Sei que o cansaço emocional muitas vezes não ajuda, mas é respirar fundo e seguir em frente, com a certeza de que tudo tem solução desde que feito com o coração. 
Cada vez mais (e acho que não é por acaso) temos exemplos na nossa sociedade de gente corajosa que, mesmo sabendo que as batalhas dão nódoas negras, não se acanham de lutar pelo que acreditam e de dar sentido às suas vidas.
Obrigada pela inspiração.

 

Há um ano escrevi assim: 

http://maetonino.blogspot.pt/2013/12/hoje-o-ceu-ganhou-mais-uma-estrela.html

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Quem disse...

... que para abraçar precisamos de ter braços?


A imagem fala por si.
O amor e carinho que se passa num abraço, não é preciso que seja com braços.
A energia com que o fazemos é tudo.
Até à distância o podemos fazer.
O sorriso deste filho mostra bem que o pai não precisa de ser completo e perfeito para o fazer sentir amado e querido.
Cada vez mais acredito que estas pessoas não vêm ao Mundo assim, por acaso. São exemplos que temos para ver a vida com outros olhos e buscar dentro de nós e nos que rodeia a verdadeira essência da vida.
Nick Vujicic tem um livro inspirador sobre a sua vida e a sua página noFB é também um local onde podemos assistir a momentos deliciosos, que não precisam de única palavra, tal como este.

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

DAR (Com o coração)



Dar é um ato que faz comichão a muita gente, que antes de o fazer já está a dizer, ou só a pensar, no que é que vai receber de volta.
A verdade é que quando damos, seja algo material ou imaterial, nem que seja, um grama de nós espera algo de volta.
Só que muitas vezes o que recebemos de volta não é palpável, não é material.
Nas últimas semanas tenho assistido via web a várias formas de DAR e que o que se recebe de volta não é material. 
Aliás, só se recebe de volta, porque se tem o coração aberto para sentir isso. Do que é que falo? Dou-vos vários exemplos.
No famoso (devido às reportagens “maldosas”) grupo de Mães do FB já vi quem viesse pedir ajuda para amigos e gerar-se um movimento de solidariedade que em 48h faz a diferença na vida de outros.
No FB vi também nascer o Grupo MãesSolidárias e o seu espaço, tão genuinamente gerido pela Diana Frazão, que do nada faz cada vez mais.
No FB conheço também o Gota Solidária, obra da mãe de uma Leonor, que como a minha partiu, e de duas amigas. Um grupo que a cada mês ajuda uma causa que é escolhida. Cada membro só tem de doar 1€ mensalmente. Por muito pouco que se angarie, isso fará a diferença na vida de alguém.
Sabemos que existem organismos de grandes dimensões que ajudam, mas numa altura, em que cada vez mais há quem precise de ajuda, este pequenos grupos tornam-se grandes.  
E Grandes são também as pessoas que a eles dedicam inúmeras horas dos seus dias. Grandes são as pessoas que vão ao armário, ver o que afinal não precisam assim tanto, para dar resposta a um pedido de ajuda que chega via internet, de alguém que se desconhece por completo.
Este DAR é maravilhoso.
O que se recebe?
A satisfação de saber que se ajudou alguém a esboçar um sorriso, a ter um segundo de felicidade, no meio de muitas preocupações e dificuldades.
Estive quase 6 meses num país onde a solidariedade é algo levado muito a sério e transversal à sociedade. Regresso e aquece-me ver o meu Portugal, cada vez mais solidário. Não nos programas de TV, que isso há muito que existe. Mas nestes pequenos gestos do dia-a-dia. Nestas pequenas coisas de 1€ ou de dar um armário que se tem na arrecadação, ou um lençol que se tem a mais.
DAR para receber… um simples sorriso de volta. Um obrigado sincero. A notícia de que alguém que estava mal está um pouco melhor.
Quando penso em ganhar o Euromilhões, uma das coisas seria fazer a diferença nestes e noutros grupos. Enquanto tento e vou gerindo a minha vida, o melhor que posso, resta-me chegar aos que me leem e queiram DAR, com o coração, com estas informações:

- Que o Mães Solidárias tem um mercadito de Natal a funcionar para o qual precisa de voluntárias e muitas coisas à venda, no intuito de ajudar 130 famílias carenciadas este Natal.
- O Gota Solidária precisa sempre de mais membros. Cada 1€ faz a diferença.

Este mês que é de Amor e Paz, façamos a diferença, que pode ser feita com muito pouco, na vida de alguém.
BOAS FESTAS!